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AS NOVAS ROTINAS E TECNOLOGIAS EMPREGADAS NA IDENTIFICAÇÃO DOS CIDADÃOS – CARACTERIZADOS NO RDO COMO “SEM IDENTIFICAÇÃO” – ENCAMINHADOS PARA NECROPSIA NO INSTITUTO MÉDICO LEGAL DA SUPERINTENDÊNCIA DA POLÍCIA TÉCNICO-CIENTÍFICA (SPTC) DO ESTADO DE SÃO PAULO NO ANO DE 2015 – Perspectivas
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AS NOVAS ROTINAS E TECNOLOGIAS EMPREGADAS NA IDENTIFICAÇÃO DOS CIDADÃOS – CARACTERIZADOS NO RDO COMO “SEM IDENTIFICAÇÃO” – ENCAMINHADOS PARA NECROPSIA NO INSTITUTO MÉDICO LEGAL DA SUPERINTENDÊNCIA DA POLÍCIA TÉCNICO-CIENTÍFICA (SPTC) DO ESTADO DE SÃO PAULO NO ANO DE 2015

Ivan Dieb Miziara (1),

Marta Candido (2),

Flavio Henrique S. Oliveira Vieira (3)

(1) Superintendente da Polícia Técnico-Científica do Estado de São Paulo

(2) Médico Legista – Assistente Técnico da Superintendente da Polícia Técnico-Científica do Estado de São Paulo

(3) Perito Criminal – Assistente Técnico da Superintendente da Polícia Técnico-Científica do Estado de São Paulo

 

Dentre as atividades desenvolvidas no âmbito do Instituto Médico Legal (IML) do Estado de São Paulo, uma delas sofreu nos últimos tempos significativa modificação com relação às rotinas e tecnologias empregadas para a identificação dos cadáveres que são encaminhados para a realização de necropsia, onde consta no RDO “sem identificação”. No ano de 2015 foram realizadas 34.726 registros de necropsias em todo o Estado de São Paulo, destas 800 corresponderam a corpos sem identificação quando admitidos no IML tendo sido possível identificar através das planilhas digitais, da documentação fotográfica em associação com pesquisa de confronto de DNA 42 pessoas. Por representar ainda um percentual não satisfatório de corpos identificados, a SPTC teve a iniciativa de instalar na Delegacia de Pessoas Desaparecidas da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) um sistema baseado no Banco de Dados do Gestor de Laudos (GDL) do IML permitindo a localização de todos os corpos que derem entrada no IML. Este critério será disseminado para todas as unidades do Estado e possibilitarão o cruzamento de informações com o banco de dados dos “Desaparecidos”. Com mais esta medida nós da SPTC entendemos que a cada dia mais familiares encontrarão os seus entes queridos, mesmo que após a morte, e poderão dar destino final digno, com humanidade.

Palavra chave: “Sem Identificação”, RDO, Exame necroscópico, banco de dados, desaparecidos.

REFERÊNCIAS:

1. Banco de dados Gestor de Laudos da SPTC.

2. www.ssp.sp.gov.br/transparência – SSP Transparência.

Artigo impresso em: 2017-12-14 07:55:55


Marta Candido et al.



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